A arte devora poesia
O artista espirra veneno
O amante com voz de Boemia
E eu aqui, aprendendendo...
A lua hoje brilhou mais que o sol
Como assim?
Brilhou na menina dos olhos
No Atlântido, Abrolhos...
E como é um ascol ...!
Atrás dos montes, lhe sinto, querida
A vida as vezes me erra, me passa a perna
Mas ainda assim, me sinto acolhida
Huum, não dá para saborear, apenas imaginar, sentir o vento soprar, curtir a sombra baixar
Noossa! Faz da areia da praia castelos, impérios, em cima de cemitérios
Flutue com ajuda da erva, conserva, enerva, preserva, observa
E não se queixe da inércia!
A vida não parou, ainda estou respirando,
a vida não me traiu, estou apenas começando!!
Quer vim ver como mim vai?
"Mim" não faz nada, não é sujeito... Por favor, ajudem a gramática! Mas é escudo, rarefeito :/
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