De ser criança, eu sinto saudade
De encarar o mundo com menos seriedade
De fazer das simples brincadeiras, minha atividade
De enxergar o mundo sem maldades (...)
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Ô Tormenta
Sou sua poeta, canto contos de amor
Não me abandones
Sou querida, inteligente e amiga
As vezes amaldiçoada, mas apenas quando ferida.
Acredite em sua rainha e vamos rir juntos dos tolos nesta grande tormenta na Corte!
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